A indústria de música abriu uma nova frente na guerra contra a pirataria virtual, ameaçando processar provedores que permitem que seus usuários ilegalmente compartilhem material com direitos autorais. A Federação Internacional de Indústrias Fonográficas (IFPI), afirmou que agirá contra empresas que mantém grandes quantidades de arquivos ilegais em suas redes, destacando porém, que busca preferencialmente parcerias.
John Kennedy, presidente da IFPI, afirmou que está frustrado com os provedores que não agem contra a pirataria de seus usuários, destacando que possíveis processos relacionados demorariam 'apenas semanas'. Já Barney Wragg, chefe da divisão de músicas digitais da EMI, afirmou que as gravadoras 'não tem mais opção'. A IFPI abriu processos contra 10 mil usuários em 18 países durante 2006, e obteve algumas vitórias significativas contra plataformas de compartilhamento de arquivos como o KaZaA, que foi obrigado a pagar US$ 115 milhões no acordo.
Mais informações: Independent