A federação Internacional de Indústrias Fonográficas (IFPI) abriu 8000 novos processo pelo mundo contra usuários suspeitos de usarem redes de compartilhamento de arquivos para o download ilegal de músicas. Os processos estão espalhados em 17 países, incluindo processos abertos pela primeira vez no México, Brasil e Polônia. Os acusados são citados por compartilharem músicas e não apenas por baixá-las.
De acordo com a IFPI, o Brasil é um dos países onde o compartilhamento ilegal de músicas mais cresce no mundo, com mais de um bilhão de músicas baixadas durante os últimos 12 meses. Segundo o grupo, os lucros de gravadoras no país caem desde 2000. Porém, a associação direta entre os dois fatores, feita pela IFPI, é incorreta pois propositalmente não leva em conta a pirataria de CDs, feita em larga escala no país.
Os outros países com processos abertos são Argentina, Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Irlanda, Islândia, Itália, Holanda, Portugal, Cingapura e Suíça. O presidente da IFPI, John Kennedy, afirma que "não há desculpas para o compartilhamento de arquivos", com os atuais meios legais de se obter músicas pelo computador.
Mais informações: ArsTechnica