A Microsoft venceu uma disputa judicial de patentes que envolveu a tecnologia usada durante o início do Windows. O processo, aberto na Corte Distrital do Texas, acusou a empresa de quebrar a patente americana 5933639, concedida em 1999 para a Acceleration Software International. Se perdesse o caso, a Microsoft poderia pagar US$ 2,50 por cópia do Windows XP vendida nos EUA, chegando a um total entre US$ 600 milhões e US$ 900 milhões.
A Microsoft argumentou no tribunal que há muitas maneiras de aumentar a velocidade de arranque dos computadores, e a usada no Windows XP não corresponde à patente. O júri responsável decidiu que a empresa não quebrou a patente em questão, e que a mesma deve ser invalidada. Além disso, o juiz do caso pode permitir que a desenvolvedora do Windows abra um contra-processo contra a Acacia, empresa de patentes responsável pela ação inicial. O juiz afirma que a Acacia forneceu informações incorretas perante a justiça para conseguir abrir o processo. Segundo a Microsoft, esta já é quarta ação aberta pela Acacia contra tecnologias do Windows.
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