Os processos contra redes de compartilhamento de arquivos ganharam um novo capítulo na última semana, com uma nova ação contra a Sharman Networks, criadora do Kazaa. A ação foi aberta por Catherine Lewan, que já foi processada pela gravadora Sony BMG em Abril de 2006. Lewan acusa a Sharman Networks de práticas comerciais inaceitáveis e instalação de spywares para "fins criminosos", além de negligência e fraude.
O processo acusa a dona do Kazaa de fazer com que seus usuários baixassem ilegalmente arquivos com direitos autorais através de publicidades falsas, que faziam parecer que as ações não eram criminosas. Lewan acusa a Sharman Networks de propositalmente anunciar o Kazaa como um catalogador de arquivos, sem avisar que os arquivos catalogados também seriam compartilhados. De acordo com Lewan, este compartilhamento seria feito sem o consentimento do usuário.
Em Julho, a Sharman Networks concordou em fechar um acordo global com as mais importantes associações de gravadoras e estúdios de cinema. O acordo (de US$ 115 milhões) é o mais recente trunfo das indústrias de música e filmes em sua jornada contra redes de compartilhamento de arquivo.
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