Na mesma semana em que anunciou a multa contra a Microsoft, a Comissão Européia afirmou que planeja reavaliar a fusão entre as gravadoras Sony e BMG, podendo até mesmo obrigar a separação de ambas. A decisão original, de 2004, afirmava que a fusão das gigantes não prejudicaria os consumidores. A gravadora independente Impala abriu um processo afirmando que reguladores da Comissão fizeram falsas afirmações que negariam a criação de um monopólio por parte da fusão.
A Corte Européia de Primeira Instância concordou com os argumentos da Impala, afirmando que a Comissão não conseguiu provar que a criação da Sony BMG não causaria um monopólio entre gravadoras de música. Como resultado, a gravadora tem sete dias para reapresentar documentos para a Comissão Européia, pedindo permissão para continuar a fusão.
Se os documentos forem reprovados, a Sony BMG será obrigada a se separar, embora a BMG já tenha afirmado que o anúncio da União Européia não terá nenhum impacto para a companhia.
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