A Samsung anunciou nesta semana o lançamento no Brasil do notebook Odyssey. Voltado para gamers, o portátil foi apresentado durante a CES 2017 em janeiro.

O notebook possui tela com 15.6 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080) e estará disponível com processador Intel Core i5 e Core i7 de sétima geração (Kaby Lake).

O portátil também traz 8GB de memória RAM (suporta até 16GB), disco rígido com 1TB de capacidade para armazenamento*, teclado iluminado e placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 1050 com 4GB de memória GDDR5.

O notebook Odyssey será vendido no Brasil com preços a partir de R$ 4.999.

*Outras opções de armazenamento incluem disco rígido + SSD.

Notebook Odyssey da Samsung:

Samsung lança o notebook Odyssey no Brasil
O notebook possui tela com 15.6 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080) e estará disponível com processador Intel Core i5 e Core i7 de sétima geração (Kaby Lake)
  • KÖNIG

    Eu acabei de receber meu Samsung Odyssey NP800G5M-XG2BR e não gostei, achei uma sacanagem alguns pontos e pelo produto ser novo no mercado não tive acesso à informação correta que deveria antes da compra. A principal queixa é o engano de que podemos trocar FACILMENTE o HDD por um SSD ou que, em alguns sites falaram, que poderíamos acrescentar um SSD ao sistema, o acesso é difícil, você pensa que vai quebrar o fundo e somente se consegue trocar as memórias RAM para acessar o HDD é preciso desmontar todo o fundo e isso vai deixar marcas na estrutura, não fiz o procedimento com medo de danificar, acho que vou ter que morrer na mão da autorizada para fazer UMA SIMPLES TROCA DO HDD para um SSD, coisa que todo notebook permite fazer com extrema facilidade. O teclado é americano, sacanagem já que o modelo tem o BR no nome. O teclado, mesmo sendo americano, não é igual ao modelo vendido lá fora, tem diferença no layout inclusive lá fora tem um botão de BOOST, no lado esquerdo superior que aumenta o poder de processamento em jogos etc, tipo um turbo ativado pelo usuário. O que me pareceu é que a Samsung mais uma vez trata o Brasil como mercado inferior ao trazer problemas que lá fora eles não causam.