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Cientistas do Instituto Europeu de Bioinformática anunciaram recentemente que conseguiram armazenar uma grande quantidade de dados em DNA sintético. Com isso eles puderam armazenar 2.2 PB (petabytes) de dados em um grama de DNA.

Estes dados puderam ser depois recuperados com uma taxa de precisão de 100%.

Cientistas armazenam 2.2 petabytes de dados em DNA

Os pesquisadores codificaram um MP3 do discurso de Martin Luther King em 1963 (“Eu tenho um sonho”) juntamente com todos os 154 sonetos de Shakespeare em uma única cadeia de DNA.

O mais impressionante é que eles também conseguiram implementar o sistema de correção de erros na complexa cadeia de moléculas para possibilitar a recuperação dos dados com 100% de precisão.

A técnica utiliza as quatro bases do DNA (Adenina, Citosina, Guanina e Timina) para conseguir atingir a alta densidade de informações.

Mais detalhes podem ser encontrados no artigo da revista Nature disponível aqui.

Mais sobre armazenamento de dados em DNA

Esta não foi a primeira Vez que pesquisadores armazenaram informações em DNA. Em agosto de 2012, pesquisadores da universidade norte-americana de Harvard desenvolveram uma técnica que permitiu o armazenamento de 700 TB de dados (70 bilhões de cópias de um livro) em um grama de DNA.

Para conseguirem isso, os cientistas primeiro converteram todo o conteúdo do livro para código binário. Em seguida eles atribuíram uma base do DNA a cada 0 e 1 da codificação e sintetizaram o código. Por fim, o DNA foi compactado em partes menores.

Além da longevidade dos dados, outra vantagem da técnica é a economia de espaço físico.