Ben Fathi, vice-presidente de desenvolvimento da divisão de núcleo do Windows na Microsoft, afirmou que o sucessor do Windows Vista (chamado atualmente de "Vienna") será lançado no final de 2009. Os comentários de Fathi vieram no final da conferência RSA, mas o real valor dos mesmos não está relacionado a datas (que pode ser modificadas, como o que aconteceu com o próximo Windows Vista).
Fathi indicou os primeiros planos para o próximo Windows. "Observaremos aspectos fundamentais da tecnologia. Talvez seja um gerenciador de tecnologias virtuais, talvez seja uma nova interface". Os comentários de Fathi sobre a possibilidade de um 'gerenciador de tecnologias virtuais' no Windows é semelhante às opiniões de fontes sobre o futuro do sistema. Fathi também destacou que esta funcionalidade ainda não passa de opção. Mas o que a Microsoft espera ganhar ao levar tal nível de virtualização ao computador doméstico?
A virtualização ao nível de sistema operacional, como a vista no Microsoft Virtual PC ou no Parallels do Mac OS X é excelente ao permitir que os usuários executem outros sistemas operacionais simultaneamente. Como estes sistemas virtuais estão fechados em relação ao sistema real, não há nenhum risco. Outro ponto interessante é que o sistema virtual pode ser uma máquina de testes perfeita, já que os danos podem ser desfeitos em poucos passos.
Este tipo de virtualização, porém, tem seus defeitos, quando muita atividade em disco ou recursos de vídeo são exigidos. É por isso que a virtualização mais popular em empresas é a de servidores, pois este tipo de tecnologia separa os recursos necessários para cada aplicação e atividade. Desta forma, os computadores envolvidos no processo têm todos os seus recursos unidos, e esses podem ser alocados de tal forma que cada aplicação tem sua fatia de processamento sem interferir no processamento de outra aplicação.
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