Até o momento, quando o assunto é lucro, o mercado on-line de vídeos ainda não passa de potencial. Estúdios que vendem programas de TV e filmes, e sites como o YouTube, que veiculam espaços de publicidade, ainda não arrecadaram os bilhões prometidos no setor.
Mas um pequeno grupo de empresas cujos produtos dificilmente estão visíveis para o grande público já estão lucrado de forma animadora. Liderado pela gigante das redes Cisco Systems, o grupo de empresas de produtos para redes são exigidas por empresas que precisam atualizar seus equipamentos para suportar a nova demanda de Internet.
"A Cisco com certeza gostaria que os vídeos fossem vistos em qualquer lugar", segundo Zeus Kerravala, analista de infra-estruturas de rede do Yankee Group. "Para quem procura algo para criar a próxima onda de produtos de rede, o vídeo é uma ótima resposta, exigindo sempre o que há de melhor das redes".
O vídeo consume tanta banda de navegação que logo poderá ultrapassar as tecnologias P2P no domínio do tráfego web. Mas os vídeos on-line (cujo mercado deverá crescer de US$ 1.3 bilhões em 2005 para US$ 7 bilhões em 2010) ainda não forram a máquina de lucros deste setor. As companhias ainda não sabem exatamente como gerar receitas de conteúdos que são completamente livres e sempre sofrem com ameaças de direitos autorais.
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