A maioria dos usuários já deve ter recebido e-mails com pedidos suspeitos de doação, venda de produtos para impotência sexual e informações privilegiadas de ações. Obviamente, todos reconhecem que estes e-mails são spams e os jogam fora, certo? Não exatamente, de acordo com uma recente pesquisa patrocinada pela Microsoft.
A pesquisa, que entrevistou 2482 norte-americanos adultos, revelou que 17% dos usuários foram vítimas de algum scam virtual. Para piorar, 81% das vítimas admitiram ter enviado informações pedidas por empresas aparentemente legítimas unicamente pela existência de logotipos profissionais ou nomes facilmente reconhecidos. O maior culpado parece ser a falta de conhecimento das ameaças. A pesquisa revelou que 58% dos adultos entrevistados nem mesmo estão cientes de scams e ameaças on-line, e dos que estão cientes, poucos tem conhecimento.
A Microsoft atribui os resultados a incapacidade dos usuários de identificarem os crimes acontecendo. Numa rua, as pessoas podem ver um ladrão e se proteger contra suas ações, mas na Internet, as vítimas nem sabem como o ladrão atua. A companhia recomenda o uso e a atualização de todos os principais softwares de segurança do mercado - antivírus e firewall - e pede que o usuário 'pense antes de clicar', o que seria equivalente à 'computação cética'.
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