A Qualcomm começa a ficar sem opções na batalha contra o banimento de celulares, com tecnologia 3G, aprovado por quebra de patente da rival Broadcom. O governo federal dos EUA afirmou nesta semana que não vetará a decisão feita pela Comissão Internacional de Comércio, que proibiu a partir desta semana a importação de celulares com chips que quebram a patente em questão.
A Qualcomm já afirmou que não aceitará a decisão de forma passiva, argumentando que as patentes da Broadcom são inválidas. A empresa ainda está trabalhando em um pedido de apelação com a Corte Federal de Apelações, que já havia dito no último mês que não tem jurisdição no caso.
A Qualcomm também disse estar trabalhando com clientes e operadoras de telefonia na implementação de novos softwares que resolver problemas relacionados. "Usaremos todos os meios legais e técnicos disponíveis para minimizar o impacto da restrição", afirmou Paul Jacobs, executivo chefe da empresa.
Executivos da Broadcom disseram que a decisão da administração Bush de não interferir no caso é uma vitória para todas as empresas que tentam proteger propriedades intelectuais. "Esta decisão fortalece os direitos de propriedades intelectuais de todas as empresas nos EUA", afirmou o vice-presidente sênior da companhia, David Dull.
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