Chris Smith, estrategista de buscas da Netconcepts, recentemente falou sobre a possibilidade de o Google entrar na guerra de navegadores com seu próprio software, e vários de seus argumentos merecem destaque.
O mais direto é o registro do domínio 'Gbrowser.com' pelo Google, mesmo que o executivo chefe da companhia, Eric Schmidt, tenha dito no passado que o gigante das buscas só faria um navegador se houver real necessidade para o usuário.
Há uma 'real necessidade'? Sim e não. Conforme o Google e outras empresas criam mais serviços Web, a utilidade de um navegador aumenta. O usuário ganha ao conseguir acessar serviços Web rapidamente e o Google ganha por ter uma maior audiência em seus serviços. Como exemplo, recentemente uma nova versão do Google Earth usa apenas o navegador para exibir imagens do planeta, sem a necessidade de um aplicativo instalado.
Mas antes de fazer quaisquer conclusões, deve-se destacar que o Google já tem uma grande influência no desenvolvimento do Firefox. É difícil imaginar o navegador da Mozilla sem o suporte para algum futuro serviço do gigante das buscas - nem que através de plug-ins.
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