Mais um pirata de softwares viu sua operação ser encerrada. Um homem do Estado da Geórgia (EUA) foi condenado a 46 meses de prisão e US$ 25 mil em multas pela venda de falsos certificados de autenticidade do Windows XP Professional e Windows 2000 Professional. A Microsoft lançou um comunicado logo após a condenação elogiando a ação da justiça.
"A sentença é uma forte mensagem aos criminosos que distribuem certificados ilegais de autenticidade de softwares", disse a companhia. "A sentença reconhece o valor da propriedade intelectual e a ameaça que a pirataria de softwares representa à economia global e aos consumidores".
Os promotores do caso argumentaram que Justin Harrison vendeu várias cópias do Windows como se fossem legítimas, usando etiquetas de autenticidade para enganar os consumidores. Os certificados usados pelo pirata, no entanto, não eram falsificados, levando a crer que os mesmos foram obtidos através de roubos.
Harrison se tornou o primeiro usuário individual a ser processado pela nova Lei americana contra a Falsificação de Produtos, que proíbe a venda ou gerenciamento de certificados de autenticidade que não são feitos pela fabricante do produto. Foram apreendidos, também, produtos como brincos de diamante e relógios de alto custo, adquiridos com o dinheiro do esquema criminoso.
Mais informações: ArsTechnica