A detecção baseada no comportamento possivelmente malicioso dos arquivos é uma das novidades recentes dos antivírus e de outros softwares de segurança, mas não é analisada por testes de eficiência de antivírus. Empresas e pesquisadores querem mudar este cenário, mas uma questão permanece: porque os testes de segurança são tão limitados em relação a atual situação?
O grande problema é o número de amostras usadas nos testes, que dificilmente passa das 100. O número pequeno faz com que as análises não reflitam realmente a eficiência dos antivírus. "Além disso, os custos e o tempo gasto num teste do gênero são altos", segundo Andreas Marx, executivo chefe do AV-Test.org.
Durante anos, muitos laboratórios de testes de antivírus se focam apenas nas capacidades tradicionais de detecção, com base em assinaturas. Como muitos produtos também têm a detecção comportamental, é difícil fazer uma verdadeira comparação entre diferentes softwares.