Usuários de plataformas P2P podem estar sob ataque das gravadoras e música e estúdios de cinema, mas também estão na mira de ladrões de identidade. Para piorar, elas nunca saberão que foram atacadas se seus filhos são os usuários dos softwares de compartilhamento de arquivos. Um exemplo claro do problema está na família americana Olson. Dados pessoais e financeiros de toda a família puderam ser encontrados na rede P2P do software LimeWire.
Com a expansão de conexões banda-larga facilitando o compartilhamento de grandes arquivos, mais de 60 milhões de pessoas só nos EUA já usam softwares P2P como LimeWire e Kazaa, de acordo com a Comissão Federal de Comércio dos EUA e a Fundação de Fronteiras Eletrônicas.
Mas muitos usuários não percebem que o uso de softwares de compartilhamento de arquivos implica no compartilhamento de pelo menos uma parte de seus computadores para toda a rede. Os usuários podem especificar quais arquivos podem ou não ser compartilhados, mas muitos não o fazem, afirmou Eugene Spafford, professor de ciência da computação na Universidade Purdie. "Um problema típico das redes P2P é compartilhar todo o disco rígido do computador, ao invés de compartilhar apenas alguns poucos arquivos".
Mais informações: MSNBC