Quando a Microsoft mostrou o Silverlight numa conferência em Abril, ela conseguiu gerar várias especulações. O interessante no caso é que não é a primeira vez que a companhia falou sobre a tecnologia. Mas na apresentação de 2006, sob o nome de "Windows Presentation Foundation/Everywhere", a tecnologia simplesmente não chamou tanta atenção.
A melhoria no nome não foi acidente. Nos últimos dois anos, a Microsoft concentrou-se na criação de nomes dos produtos, esforço que apenas agora se torna público, com a introdução de produtos como o Silverlight, Popfly (criador de gadgets com o Silverlight) e Surface (computador criado pela companhia que apresenta como interação apenas uma tela sensível à toques).
"Estou animado com o progresso obtido num prazo relativamente curto", afirmou David Webster, gerente geral da estratégia de marcas da Microsoft. A gigante dos softwares o contratou dois anos atrás, tirando-o da especialista em marcas Siegel+Gale. Nos últimos meses, Webster e seu time apresentou vários seminários e comandou treinamentos virtuais sobre o desenvolvimento de bons nomes para novos produtos.
A Microsoft tem um histórico de produtos com nomes excessivamente longos. Um dos mais lembrados nesta categoria era o nome original do Windows XP para sistemas 64 bits - Windows XP 64-bit Edition for 64-Bit Extended Systems. O nome foi modificado e encurtado antes do lançamento do sistema.
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