Um vídeo exibido no segundo dia da conferência WinHEC mostra um time da Microsoft trabalhando na 'árdua' tarefa de nomear o sucessor do Windows Server 2003, até então conhecido como 'Longhorn'. Após considerar candidatos como 'Windows Server Server Edition' e 'Eu não acredito que não é Windows NT', o líder do time resolveu usar o próprio nome "Windows Server 2003", substituindo o "3" por um "8". A mensagem é clara: a Microsoft está se levando menos a sério no momento e brincando com seus próprios dilemas.
Após o vídeo, o novo gerente geral do Windows Server 2008, Bill Laing, falou sobre os planos da Microsoft no setor. Citando números previstos pela IDC de que as instalações do Windows Server ultrapassarão instalações de distribuições Linux (8 milhões contra 2.75 milhões em 2010), Laing afirmou que a companhia estabeleceu um "ritmo previsível de lançamentos" desde a época do Windows 2000, e que este ritmo ainda não foi quebrado.
O comunicado de Laing desmente boatos de que o Windows Server 2008 seria o 'último grande' sistema operacional da Microsoft, e que a companhia adotaria um padrão de pequenos lançamentos e pacotes de atualização. Laing disse claramente que a Microsoft continuará com sua política de fazer grandes lançamentos de sistemas operacionais a cada quatro ou cinco anos, com atualizações em intervalos de dois a três anos.
E como o núcleo de desenvolvimento do Windows agora está sincronizado na linha servidor e desktop, este ritmo de lançamentos deve se aplicar ao "Blackcomb" (sucessor do Windows Server 2008) e "Vienna" (sucessor do Windows Vista). Laing terminou dizendo que o Windows Server 2008 será o último sistema operacional da Microsoft feito em 32-bits, e que seus sucessores serão compatíveis apenas com plataformas 64-bits.
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