Aparentemente o Google deve revelar sua plataforma telefônica nas próximas semanas, mas ainda precisa vencer o desafio de convencer operadoras de telefonia a abrirem mão de alguns 'poderes' do aparelho. O Google providenciará a maioria dos serviços que virão no aparelho, como busca, mapas, vídeos e e-mail, mas a plataforma que sustentaria estas aplicações seria completamente aberta.
A idéia é uma mudança dramática em relação ao cenário atual. A maioria das operadoras de telefonia e fabricantes de aparelhos fecham a maior parte do código dos dispositivos, dificultando a criação de aplicações sem a existência de acordos. Apenas a Microsoft oferece algo próximo à idéia do Google, através do Windows Mobile (já que aplicações para o mesmo podem ser criadas pelo Visual Studio). A Apple, por exemplo, levou quatro meses para anunciar a abertura da plataforma de desenvolvimento para o iPhone, e mesmo assim o fez sob pressão, porque hackers já haviam feito isso.
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