
Uma juíza federal dos EUA julgou a favor da Microsoft, na mais recente reclamação do Google contra o mecanismo de busca do Windows Vista. A juíza Colleen Kollar-Kotelly supervisiona os esforços da Microsoft para cumprir com as decisões do julgamento antitruste contra a companhia. De acordo com várias fontes, Kollar-Kotelly afirmou na decisão que "quem deve-se queixar, se eu ainda sei bem, são os consumidores (...). O Google não tem autoridade para tal neste caso".
Em sua essência, foi exatamente isso que a Microsoft argumentou num memorando enviado para a corte, como resposta à reclamação aberta pelo Google, que afirmou que a abertura do mecanismo de busca do Windows Vista não era suficiente. "O Google não deve criar problemas onde eles não existem", escreveu a gigante dos softwares.
Um motivo para todo o furor causado pela disputa é o alto valor das apostas. A busca fez do Google uma das empresas mais poderosas do mundo, com influência comparável à Microsoft. E no setor de buscas patrocinadas, a Microsoft entrou como competidora direta do Google, que também disputa no setor de aplicações para escritório, com o Google Apps agindo como rival direto do Microsoft Office.
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