Uma força tarefa americana criada para enfrentar o roubo de identidades nos EUA afirmou que agências federais devem auxiliar na proteção aos consumidores ao não exigir desnecessariamente o uso de números de identificação. Um plano apresentado para o Departamento de Justiça (DOJ) e para a Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA também recomenda que os políticos aumentem a severidade das leis para tornar alguns roubos de identidades crimes com até 2 anos de prisão.
A força tarefa de prevenção de roubos de identidade, chefiada pelo promotor geral Alberto Gonzales e pela presidente da FTC, Deborah Majoras, foi estabelecida em Maio de 2006 pela Casa Branca, e já inclui 17 agências federais e departamentos.
O novo plano pede por medidas que exigem a proteção de dados pessoais pelo setor privado e a notificação imediata aos consumidores quando uma brecha ocorrer. Além disso, há propostas para auxiliar promotores federais a processar utilizadores de malwares.
A rigidez da lei é a chave, segundo Majoras numa entrevista coletiva usada para anunciar as recomendações da força tarefa. Já Gonzales afirmou que o roubo de identidades é "uma invasão pessoal".
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