De acordo com a F-Secure, as ameaças de malwares móveis (em telefones celulares e smartphones) não são particularmente altas, sendo equivalentes aos vírus de computadores vistos há 20 anos. Kimmo Alkio, executivo chefe da empres, afirmou que ele tem visto um 'aumento constante' nos malwares móveis, mas não espera um 'aumento dramático' no futuro próximo, pois estas ameaças estão muito aquém das ameaças para computadores.
Há mais de 300 vírus voltados a celulares e smartphones, mas cerca de 400 mil pragas que afetam computadores. De acordo com Alkio, a segurança móvel gera menos de 1% da receita total anual da F-Secure.
O grande problema com vírus móveis é a possibilidade dos mesmos usarem serviços que não são gratuitos sem o consentimento do usuário, causando prejuízos com isso. Porém, apenas pessoas que fazem malwares como 'hobby' visam dispositivos móveis.
Mais informações: ZDNet