O spam é um problema cada vez maior desde os primórdios da Usenet. Nesta semana, a Comissária de Comunicação da União Européia, Viviane Reding, pediu que os governos da União Européia ajam de forma mais direta contra o spam. De acordo com um recente estudo da União Européia (EU), os spams formam algo entre 50% e 80% de todos os e-mails recebidos na região e 66% dos e-mails recebidos fora da região.
A EU aprovou em 2002 uma lei contra spammers, mas de acordo com o estudo, apenas dois países progrediram na luta contra o spam. Os governos da Holanda e Finlândia conseguiram reduzir o spam em até 85% com pesadas multas contra companhias que enviavam e-mails não solicitados, que passavam dos US$ 70 mil. Reding afirmou que gostaria de ver as mesmas medias sendo aplicadas em outros países.
Reding e outros têm esperança de que a aplicação de multas e a criação de leis funcione, pois as soluções tecnológicas não se mostram suficientemente eficazes. Spammers rapidamente se adaptam aos filtros de e-mail, e quanto mais complexos são os spams, mais e-mails que não são spams são classificados erroneamente. De acordo com a pesquisa, o maior responsável pelo envio de spams continua sendo os EUA, com 21.6% do total. A China vem em segundo com 13.4% , seguida pela França, com 6.3%.
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