O Facebook abriu processos contra 17 pessoas e uma empresa canadense de pornografia, acusando-os de atacar a própria rede social em busca de informações pessoais dos usuários. O Facebook alega no processo que servidores controlados pelos acusados fizeram mais de 200 mil pedidos automatizados de informações pessoais armazenadas nas máquinas da rede social.
A ação judicial foi aberta em Junho, mas apenas agora as pessoas envolvidas foram identificadas. Vários especialistas já alertam que a publicação de muitas informações pessoais na rede social acaba expondo o usuário a fraudes e outros crimes relacionados. O Facebook alega também que o golpe custou pelo menos US$ 5 mil e exige indenização e bloqueio judicial para que os acusados não possam mais acessar o serviço.