Não é exatamente segredo que as economias dos principais mercados mundiais - principalmente nos EUA - estão passando por uma enorme crise. E, para piorar, criadores de malwares resolveram 'trabalhar' de forma mais intensa, para fazer mais vítimas. A Panda Labs registrou nas últimas semanas uma mudança de foco nos ataques virtuais, de bancos para empresas em geral. Há uma explicação simples para este fato: os criminosos virtuais estão apostando que o desespero das indústrias ao acompanhar o mercado financeiro abra brechas para mais ataques.
A situação é que a crise (e possível recessão) financeira também começa a preocupar responsáveis por redes de bots e spammers. Afinal, é óbvio que, se um usuário não tem dinheiro para pagar suas contas, não o gastará com a compra de produtos anunciados por meios ilícitos (spams e afins). Em outras palavras, a transformação da 'indústria' de malwares num mercado lucrativo também pode trazer prejuízos (como em qualquer outro mercado) - mas é a primeira vez que isso realmente acontece.
Uma informação preocupante é que os criminosos virtuais estão mudando a forma como atacam consumidores. Números da Panda Labs revelam que falsos softwares de segurança apresentam taxas de ataque que ultrapassam os 3% - um número alarmante, dada a quantidade e fama de produtos legítimos neste mercado.
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