A Sharman Networks, empresa proprietária do popular compartilhador de arquivos ponto a ponto Kazaa, começou a ser julgada nesta segunda-feira (29/11) nas cortes australianos contra acusações de membros da indústria musical local sobre pirataria e violação dos direitos autorais.
Na manhã de segunda-feira, o advogado das gravadoras australianas, Tony Bannon, disse que a Sharman teria meios técnicos de impedir que os usuários do Kazaa fizessem download de material protegido por direitos autorais, mas sabia que tais medidas afetariam os negócios. A empresa retrucou que sua rede ponto a ponto não poderia ser filtrada e que seria impossível deter o comportamento "violador" dos usuários.
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