O Escritório de Representação Comercial dos EUA (USTR) citou 12 países pelos poucos esforços para a proteção de propriedades intelectuais. Lançado esta semana, a lista vêm como o relatório especial anual 301 do Escritório, que discute a adequação e eficiência da proteção de propriedades intelectuais de parceiros comerciais dos EUA. Enquanto a USTR reconhece que progressos foram feitos, certos países ainda são "preguiçosos" em relação à ao combate à pirataria.
No todo da "Lista de Prioridade de Observações", de forma previsível, estão China e Rússia. O relatório afirma que a Rússia precisa agir contra a pirataria em mídias físicas e pela Internet, e a USTR começará a fazer uma revisão fora de ciclo para seguir atentamente o progresso do país em suas promessas. De forma semelhante, a China ainda mostra "altos níveis" de quebra de direitos autorais e propriedades intelectuais, após uma investigação da USTR.
Os outros países da Lista de Prioridades são Argentina, Chile, Egito, Índia, Israel, Líbano, Tailândia, Turquia, Ucrânia e Venezuela. O relatório cita, como principais problemas, quebras de patentes, "uso injusto de material com direitos autorais para lucro", e pirataria digital em diferentes áreas. Dos 12 países no topo da lista, apenas a Tailândia é nova (devido à "deterioração" das forças de combate à pirataria em 2006).
Além da lista prioritária, o USTR também apresentou uma lista de observação mais abrangente, com outros 24 países que apresentam os mesmos problemas, em menor grau. Alguns países foram rebaixados em relação à lista anterior (como Brasil e Belize). No entanto, todos os países ainda apresentam problemas de direitos autorais.
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