No início da semana, uma nova fase do julgamento entre Microsoft e Eolas teria início. Mas a gigante dos softwares, apoiada pela Eolas, pediu um adiamento de 30 dias, para as partes negociarem um acordo para encerrar amigavelmente o processo. "Estamos ativamente discutindo com a Eolas Technologies sobre um possível acordo", segundo um porta-voz da Microsoft. "Esperamos conseguir resolver esta disputa amigavelmente".
A batalha teve início em 1999, quando a Eolas processou a Microsoft por quebra de patente para plug-ins em navegadores. Em Agosto de 2003, um júri considerou a Microsoft culpada, e definiu uma indenização de US$ 520 milhões para a Eolas. Vários órgãos da Internet entraram na disputa contra a Eolas, pedindo o cancelamento da patente.
Com isso, o Escritório de Marcas e Patentes dos EUA (USPTO) começou a revisão da patente, que foi previamente invalidada em 2004. No ano seguinte, uma corte de apelação mandou o caso de volta pra uma instância inferior, alegando que alguns argumentos da Microsoft foram ignorados na sentença original.
No mesmo ano, a patente da Eolas foi confirmada definitivamente, mas o USPTO deu outra chance para a Microsoft invalidar a patente, pois a companhia já tinha uma patente para a mesma tecnologia. A Suprema Corte dos EUA decidiu não interferir no caso, enviando-o para o julgamento que teria início nesta semana.
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