Um novo estudo encontrou pornografia em 25% das máquinas corporativas, mesmo com as tecnologias de filtragem de conteúdos. A PixAlert, empresa focada em prevenir imagens ilícitas em redes corporativas, auditou 10 mil máquinas em 125 redes de setores públicos e privados nos últimos nove meses. O estudo mostra que uma em cada quatro máquinas continha pornografia ou ‘outras imagens inapropriadas’. A mesma auditoria descobriu que 12.4% das 12 mil contas e e-mail e 5.4% dos 26 mil servidores de arquivos apresentam o mesmo problema.
"Com mais de 33 das imagens com menos de 12 meses de idade, está claro que um número significativo de empregados continua ignorando políticas corporativas, e estes chegam a propositalmente driblar sistemas de proteção de conteúdo para distribuir material inapropriado", segundo Andy Churley, diretor da PixAlert, num comunicado escrito. "Muitas empresas acham erroneamente que os sistemas de proteção serão o suficiente para barrar a pornografia, mas a experiência da PixAlert mostra que quase todas as empresas ainda têm uma quantidade significativa de pornografia em suas redes".
O estudo descobriu que 46.8% das imagens apresentam nudez total ou atividade sexual e que 0.3% das imagens são ilegais. 35% das imagens foram baixadas pela Internet e 45.2% por e-mails. O estudo também mostrou que 35% das imagens foram compartilhadas internamente. "Embora todas as empresas descoragem ativamente a pornografia, vemos que a realidade é bem diferente", segundo Churley.
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